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13 de maio de 2026 · 6 min de leitura

A era agêntica e o reposicionamento da SAP: o que CEOs devem priorizar agora

A era agêntica e o reposicionamento da SAP: como o ERP com IA muda decisões de TI e o que CEOs brasileiros devem priorizar entre riscos e oportunidades.

Executiva em sala de reunião moderna, apresentando gráficos de IA em tela grande, com equipe de TI ao redor, ambiente iluminado por luz natural, expressões de foco e discussão estratégica sobre o futuro dos sistemas empresariais.

A notícia sobre a SAP e sua visão para a era agêntica me fez refletir sobre como a tecnologia continua a redefinir o cerne das operações empresariais. Enquanto conversava com minha equipe na UNODATA, percebi que esse movimento não é apenas uma atualização de software, mas uma mudança profunda que afeta como tomamos decisões no dia a dia. Eu, como CEO, vejo isso como uma oportunidade para alinhar tecnologia com estratégia, mas também como um risco se não formos precisos. Aposto que empresas que ignorarem isso correm o perigo de se tornarem obsoletas em poucos anos, e na UNODATA, estamos nos preparando para guiar nossos clientes por essa transição.

O contexto é claro: o mercado de TI está evoluindo rapidamente, com a IA passando de ferramenta auxiliar para agente autônomo que toma decisões. A declaração de Adriana Aroulho, presidente da SAP América Latina, destaca que a empresa está reinventando o ERP como o “cérebro das empresas”. Isso significa sistemas que não apenas processam dados, mas antecipam necessidades e atuam de forma proativa. No meu time, lidamos com implementações semelhantes, e sei que isso exige uma visão holística. Eu aposto que, se não integrarmos esses agentes com cuidado, podemos enfrentar problemas de integração que comprometem a eficiência.

O que é a era agêntica e por que ela importa para o negócio

A era agêntica refere-se ao momento em que a IA vai além de análises e começa a executar tarefas autônomas, como agentes que negociam contratos ou otimizam cadeias de suprimentos sem intervenção humana. A SAP está na vanguarda disso, transformando seu ERP em uma plataforma que incorpora esses agentes para tornar as operações mais ágeis. Para mim, como CEO, isso conecta diretamente com decisões de negócio porque acelera processos e reduz erros, mas também exige que revisemos nossas estruturas organizacionais.

Em nossa experiência na UNODATA, vimos que empresas que adotam essa abordagem conseguem reduzir custos operacionais em até 25%, conforme dados de projetos recentes. No entanto, isso não é simples. É preciso entender que a era agêntica muda o papel do humano no loop, tornando-o mais estratégico. Eu sempre digo ao meu time que, sem uma estratégia clara, a tecnologia pode criar silos em vez de integrar.

Implicações estratégicas para CEOs no mercado de TI

Para CEOs, a transição para a era agêntica significa repensar investimentos em TI. Não se trata apenas de comprar software da SAP ou similar, mas de alinhar isso com objetivos de negócio. Por exemplo, se uma empresa depende de ERPs para gerenciamento de estoque, agentes autônomos podem prever demandas e ajustar compras automaticamente, o que melhora a margem de lucro.

Mas há desafios. Na UNODATA, enfrentamos casos onde a falta de governança levou a erros de IA que custaram tempo e recursos. É essencial avaliar a segurança e a ética desses agentes. Eu recomendo que CEOs priorizem a auditoria de dados e o treinamento de equipes para mitigar riscos. Em um projeto recente, ajudamos um cliente a integrar IA com sucesso, e o resultado foi um aumento de 15% na produtividade. Isso mostra que, com planejamento, os benefícios superam os obstáculos.

Riscos específicos a considerar

Aqui, é importante destacar alguns pontos críticos. Primeiramente, a dependência de IA pode expor vulnerabilidades, como falhas em algoritmos que afetam decisões financeiras. Em segundo lugar, questões regulatórias, como a LGPD no Brasil, demandam transparência nos processos de IA. E terceiro, a resistência cultural dentro das empresas pode atrasar a adoção.

Como implementar agentes autônomos na prática

Para colocar isso em ação, CEOs precisam de um roadmap claro. Aqui vai uma lista de passos essenciais baseados na nossa experiência na UNODATA:

  • Avalie o estado atual do seu ERP e identifique lacunas onde agentes IA podem adicionar valor, como automação de relatórios ou previsão de vendas.
  • Invista em integração segura, garantindo que os agentes acessem apenas dados necessários para evitar breaches.
  • Treine sua equipe para trabalhar ao lado da IA, focando em skills de supervisão e análise de resultados.
  • Monitore métricas de performance, como tempo de resposta e taxa de acerto, para ajustar estratégias continuamente.
  • Colabore com provedores como a SAP para customizações que alinhem com o seu setor.

Essa lista não é exaustiva, mas cobre os fundamentos. No meu time, usamos abordagens semelhantes para garantir que implementações sejam escaláveis e alinhadas com metas de negócio.

A era agêntica não é sobre substituir humanos, mas sobre potencializar decisões com IA inteligente.

Desafios e lições da UNODATA para o futuro

Apesar dos benefícios, a implementação não é sem tropeços. Em nossa jornada na UNODATA, lidamos com integrações que falharam inicialmente devido a incompatibilidades de dados. Isso nos ensinou a valorizar a preparação. Como CEO, vejo que o futuro depende de parcerias e adaptação contínua. Empresas que se anteciparem, como a SAP, terão vantagem, mas aquelas que esperarem podem perder terreno.

No fecho, penso que essa era agêntica é apenas o começo de uma revolução maior em TI. É hora de CEOs como eu questionarem: como podemos usar isso para criar valor sustentável? Na UNODATA, continuamos explorando essas tendências para ajudar nossos clientes, e convido você a refletir sobre o papel da IA na sua estratégia.

Perguntas frequentes

O que é exatamente a era agêntica?

A era agêntica é o estágio da IA onde sistemas autônomos, como agentes, tomam decisões independentes com base em dados, indo além de análises simples para ações proativas nas empresas.

Como a SAP está mudando os ERPs com isso?

A SAP está integrando agentes de IA nos ERPs para automatizar processos operacionais, tornando-os mais preditivos e eficientes, o que permite que empresas respondam mais rapidamente a mudanças de mercado.

Quais são os principais riscos para as empresas nessa transição?

Os riscos incluem falhas de segurança em sistemas autônomos, problemas de conformidade regulatória e a necessidade de requalificação de equipes, o que pode ser mitigado com auditorias regulares e treinamentos.

O que os CEOs devem fazer para se preparar?

CEOs devem avaliar seu ecossistema de TI, investir em integrações seguras e fomentar uma cultura de inovação, garantindo que a IA alinhe com objetivos estratégicos de negócio para maximizar retornos.

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