26 de maio de 2026 · 6 min de leitura · … visitas
Alinhando marketing ao negócio: Lições de uma executiva de TI e minha visão como CEO
Marketing em TI B2B só gera resultados quando alinhado às metas de negócio. Experiência da UNODATA mostra aumento de 25% em leads qualificadas com estratégia orientada por dados e métricas de receita.
Eu sempre acreditei que no mundo dos negócios, especialmente em TI, o sucesso vem de ações que impulsionam o crescimento real, não de posições ou títulos vazios. A entrevista com Georgia Rivellino, diretora de marketing na Simpress, ecoa isso quando ela diz que trabalha pelo negócio e não pela cadeira. Isso me fez refletir sobre minha trajetória na UNODATA, onde lidamos diariamente com a pressão de equilibrar branding e resultados concretos em um mercado B2B competitivo. Como CEO, vejo que essa abordagem é crucial para sobreviver em um setor onde decisões rápidas podem definir o futuro de uma empresa. Eu aposto que muitos líderes enfrentam o mesmo dilema, e compartilhar minha visão pode ajudar a navegar esses desafios.
No meu time, já vimos como o marketing pode ser um divisor de águas. Quando ele se alinha diretamente com as metas de negócio, transformamos esforços em contratos assinados e crescimento sustentável. Mas, como Rivellino aponta, há uma tensão persistente: a necessidade de construir uma presença forte versus a cobrança por resultados mensuráveis. Em TI B2B, onde os ciclos de venda são longos e envolvem múltiplas partes, essa desconexão pode custar caro. Eu me lembro de um projeto na UNODATA onde focamos no marketing de conteúdo e vimos um aumento de 25% nas leads qualificadas, mas só porque vinculamos cada campanha a métricas de receita. Essa vulnerabilidade de depender de dados para justificar investimentos é algo que todos nós lidamos, e é por isso que estratégias autênticas fazem a diferença.
O dilema do marketing em TI B2B
Em empresas de tecnologia, o marketing frequentemente luta para provar seu valor. De um lado, há a demanda por visibilidade e branding para atrair clientes. Do outro, a realidade é que, no B2B, as decisões de compra dependem de demonstrações claras de retorno sobre o investimento. Na UNODATA, observo que essa tensão afeta desde as equipes de vendas até a alta gestão. Por exemplo, lançamos uma campanha de marketing digital que inicialmente parecia promissora, mas só rendeu frutos quando ajustamos para priorizar o engajamento com decisores chave.
Essa dualidade não é nova, mas se intensifica com a aceleração digital. Eu vejo que, em TI, onde produtos evoluem rapidamente, o marketing deve antecipar necessidades do cliente e alinhar-se à estratégia geral. No meu caso, isso significa integrar marketing com vendas e produto desde o início. Se não, acabamos com esforços isolados que não contribuem para o negócio. É uma lição que aprendi ao expandir a UNODATA: focar no que move a empresa adiante, não no que parece bom no papel.
Lições de uma executiva e minha experiência na UNODATA
Georgia Rivellino enfatiza trabalhar pelo negócio, e isso ressoa comigo. Em minha carreira, priorizei ações que geram impacto direto, como otimizar processos de TI para reduzir custos e aumentar eficiência. Na UNODATA, implementamos uma estratégia de marketing que usa dados para prever tendências de mercado, o que nos ajudou a capturar oportunidades antes dos concorrentes. Isso não é apenas teoria; é prática diária.
Uma das minhas experiências mais valiosas foi durante uma reestruturação onde cortamos campanhas ineficazes e redirecionamos recursos para parcerias B2B. O resultado foi um aumento de 30% na retenção de clientes. Isso mostra que, como líderes, precisamos questionar o status quo e focar no que realmente importa. Eu divido isso com minha equipe para fomentar uma cultura de accountability, onde cada iniciativa de marketing é avaliada pelo seu contributo ao negócio.
Subseção: Desafios comuns e como superá-los
Entre os desafios, está a mensuração de resultados em ciclos longos. No B2B de TI, um contrato pode levar meses ou anos, o que torna difícil atribuir sucesso ao marketing. Para contornar isso, na UNODATA, usamos ferramentas como análise de funil de vendas e métricas de lifetime value. Essas abordagens nos permitem ver o quadro completo e ajustar estratégias em tempo real.
Estratégias práticas para alinhar marketing e negócios
Para tornar o marketing um pilar do negócio, há passos concretos que qualquer líder pode seguir. Primeiro, defina metas claras ligadas a indicadores de desempenho. Em seguida, integre equipes para que marketing e vendas trabalhem em conjunto. Aqui vai uma lista de ações que implementamos na UNODATA e que deram certo:
- Integre dados de marketing com CRM para rastrear leads desde o primeiro contato até a conversão.
- Realize revisões semanais com a equipe de vendas para alinhar campanhas com necessidades reais do mercado.
- Invista em treinamento para que profissionais de marketing entendam o ciclo de vendas B2B.
- Monitore métricas como ROI e taxa de conversão para justificar orçamentos.
- Foque em conteúdo que resolva problemas dos clientes, não apenas promova a marca.
Essa lista não é exaustiva, mas baseia-se na nossa experiência. > O marketing eficaz é aquele que coloca o negócio em primeiro lugar, como eu sempre defendo: “Trabalhe pelo impacto, não pela posição.”.
O futuro do marketing em TI: Uma visão estratégica
Olhando para frente, o marketing em TI deve evoluir com tecnologias como IA e automação. Na UNODATA, estamos explorando ferramentas que personalizam experiências de cliente, tornando o marketing mais preditivo. Isso não é sobre adotar novidades, mas sobre como elas servem ao negócio. Eu prevejo que, em cinco anos, o marketing B2B será ainda mais integrado à estratégia geral, com foco em sustentabilidade e inovação responsável.
Como CEO, minha responsabilidade é garantir que essas evoluções beneficiem a empresa e os clientes. Isso inclui preparar a equipe para mudanças e fomentar parcerias que ampliem nosso alcance. No final, é sobre criar valor duradouro.
Em resumo, o que Rivellino exemplifica é um caminho que eu sigo na UNODATA: priorizar o essencial. Isso nos leva a resultados reais e nos prepara para o futuro. Eu me pergunto: como você, leitor, está alinhando suas estratégias para focar no que realmente importa nos negócios?
Perguntas frequentes
O que significa trabalhar pelo negócio em vez da cadeira?
Isso significa priorizar ações que geram crescimento e valor para a empresa, em oposição a buscar apenas status ou posições hierárquicas. Na UNODATA, focamos em iniciativas que impactam diretamente a receita e a satisfação do cliente.
Como medir o ROI do marketing em TI B2B?
Use métricas como taxa de conversão, valor de lifetime do cliente e análise de funil de vendas. Na nossa experiência, integrar dados de marketing com ferramentas de CRM ajuda a rastrear o retorno exato de cada campanha.
Quais são os principais desafios no marketing B2B de TI?
Os ciclos de venda longos e a necessidade de provar impacto financeiro são comuns. Além disso, a concorrência acirrada exige diferenciação, o que abordamos na UNODATA ao alinhar marketing com estratégias de produto.
Quais dicas você dá para líderes melhorarem o alinhamento?
Inclua a equipe de marketing nas discussões estratégicas, defina metas claras e monitore resultados regularmente. Baseado na UNODATA, incentivar a colaboração entre departamentos é fundamental para o sucesso.
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